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A solução da falta de Crédito Rural está aqui!

O agronegócio precisa de crédito, mas será que o montante disponibilizado no mercado é suficiente?

O que é crédito rural?

O crédito rural é um financiamento para os produtores rurais, que as atividades envolvam a produção e/ou comercialização de produtos do agronegócio.

Contudo a procura por crédito rural está tão alta que entre julho de 2020 e março de 2021, as contratações somaram R $169.440.000.000,00 (R $169,44 bilhões).

Esse número representa um aumento de 22% em relação ao mesmo período da safra anterior, de acordo com o MAPA (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento). 

Em pesquisa realizada pela CNA (Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária), 59,93% dos entrevistados apontaram o crédito rural como a demanda mais importante para o campo.

Mas será que todos os produtores conseguem acesso ao crédito rural subsidiado por programas do governo ou dos grandes bancos?

Não! Geralmente essas linhas de crédito rural são limitadas e burocráticas, além do processo de concessão ser demorado, nascendo a necessidade de buscar novos caminhos. 

Todavia, a escassez de crédito no setor agrícola sofre com instabilidades decorrentes de problemas climáticos, deixando o produtor com dificuldades para acessar o crédito rural. 

E nem é por culpa de sua própria terra, mas pelo histórico e demanda mundial, não considerando a particularidade de cada um.

Então, essa dificuldade é grande e muitos não conseguem ter acesso ao crédito rural, ou conseguem por juros que sinceramente não compensam. 

O produtor rural não pode perder tempo. Afinal, no agro: tempo é dinheiro, e muuuuito dinheiro!

Veja alguns desafios para o produtor rural conseguir crédito para comprar seus insumos:

  • a burocracia, como já mencionamos;
  • a lentidão dos programas do governo e dos bancos, relatados casos de espera de quase um ano até a concessão;
  • e a dependência do setor ao crédito como principal fonte de financiamento rural.

Papéis e procedimentos – Produtor enfrenta dificuldades burocráticas para conseguir o financiamento rural.

Contudo, essa dependência é histórica e constitui um dos principais condicionantes do desempenho do PIB agropecuário.

Além disso, o setor agropecuário, mesmo diante da pandemia, conseguiu se manter forte, segundo a CNA (Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária), seu PIB em cerca de 24,31% em 2020, em relação ao ano anterior.

Em outras palavras, mesmo em meio a tantas dificuldades o agro não para, e o produtor demonstra que sua luta não é fácil.

E temos uma excelente notícia para você: TEM GENTE QUERENDO AJUDAR!

Mas por que você, produtor, que tem terra boa, terra produtiva, deve pagar os mesmos juros de quem não tem?

O que está acontecendo com o mercado que ainda não conseguiu ver essa sua dor?

Olha só seguinte depoimento:  

já faz 64 dias que entreguei os projetos do pronaf , e me falaram que com trinta dias estava tudo pronto ( detalhe antes de elaborar o projeto fui ao banco para ver os limites de créditos , então tinha crédito suficiente para fazer o projeto sendo assim fui até a empresa que elabora os tais projetos passando duas semanas retornei ao banco com os projetos para entregá-los. oitos dias depois fui ao banco para fazer uma entrevista com a atendente responsável pelo pronaf da minha agencia ai ela disse que com 30 dias tava liberado… retornei ao banco com trinta dias e nada de liberar falaram que com mais 15 dias e já está com 64 dias e que não tem previsão de quando libera..
só quero saber o por que de tanta demora sendo que já tinha o crédito pré aprovado ? não aguento mais tanta enrolação desse banco. “

– Produtor de Macaúbas – BA, no site Reclame Aqui.

O homem do campo pode perder o tempo de safra pela demora da concessão do crédito rural.


Como o mercado funciona?

De antemão, o financiamento rural pode ser direto e indireto, vamos te mostrar:

A primeira forma é a direta, através do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) onde o produtor busca um agente financeiro credenciado. 

Ele informa a documentação necessária e negociará as garantias.

A outra forma de financiamento rural é a indireta, através de bancos que depois vão encaminhar ao BNDES. Nesse caso, a liberação é feita toda de uma vez ou em parcelas, dependendo do cronograma do investimento rural. 

Mas não se engane! Não é tão fácil assim, hein? 

Você precisa ter o nome limpo na praça, ou seja, não pode ter restrições de crédito. Bem como informar um orçamento com o plano de utilização dos recursos, deixando o banco a par de como aquele dinheiro será utilizado.

Tudo isso em processos demorados:

Tudo no papel, tudo no sistema e o tempo passando, passando…

Atenção !!!

Nesse sentido, o financiamento rural é uma estratégia muito boa para o produtor, mas ele precisa tomar cuidados em alguns pontos:

  • Ter todas as documentações regularizadas e sem nenhuma restrição, tanto ambiental, como trabalhista;
  • Realizar uma análise juntamente com o sistema financeiro, garantindo assim o pagamento;
  • Em nenhuma hipótese o crédito rural pode ser utilizado para custear dívidas ou outra atividade que não seja a qual foi contratado.
  • Adaptar o objeto financiado com a linha pretendida.

Além disso, os produtores usam métodos tradicionais para buscar crédito rural em fontes com taxas de juros livres. 

No entanto, bancos e instituições financeiras têm restringido a oferta de crédito para mitigar riscos, principalmente em momentos de incerteza econômica como o atual. 

É nesta situação que, em benefício de toda a cadeia produtiva, surge mais uma vez a utilização de soluções tecnológicas. 

Ao passo que antes se baseava principalmente na produção, como no plantio e na colheita de máquinas, a tecnologia é fundamental para a transparência e segurança no acesso ao crédito rural.

Esteja atento a todos os detalhes, pois qualquer requisito vai fazer o seu processo demorar mais ainda!


Plano de ação

Primordialmente um plano de ação é uma etapa muito importante para quem quer conseguir crédito rural e ele pode colaborar para acelerar esse processo.

O que é plano de ação para crédito rural?


À primeira vista um plano de ação é uma forma organizada, dentro de métodos que definem as metas e objetivos para o qual o financiamento rural será usado.

Ao passo que são apontados os responsáveis por desenvolver cada atividade, descrever o planejamento do projeto, para que assim alcance os melhores resultados.

Confira algumas dicas de como montar um bom plano de ação para o crédito rural:

  • Saiba onde quer chegar, traçando cada objetivo com clareza;
  • Crie metas mensuráveis, que você possa provar que o seu plano está funcionando;
  • Liste as tarefas a serem executadas com um cronograma bem estruturado;
  • Divida as grandes tarefas em partes menores;
  • Defina os prazos para todas as etapas;
  • Crie uma apresentação visual para o seu plano de ação de modo que visualize todas as etapas, até chegar no resultado final;
  • Acompanhe as ações com frequência, para que possa fazer intervenções, caso necessário.

A evolução do agro começa no crédito

Desde que a cédula rural se tornou a promessa de pagamento em dinheiro, sem ou com garantia real cedularmente constituída, tais categorias foram formadas:

  1. Cédula Rural Pignoratícia;
  2. Cédula Rural Hipotecária;
  3. Cédula Rural Pignoratícia e Hipotecária;
  4. Nota de Crédito Rural.

É com ela que o produtor consegue obter seu tão sonhado crédito rural, através de uma operação que vamos falar mais para frente.

Definitivamente é bom saber que o produtor brasileiro é historicamente conhecido por precisar de crédito para o custeio de sua lavoura.

Atualmente, estima-se que apenas 20% da produção nacional sai do bolso do próprio produtor. 

Conseguir crédito se torna fundamental para o aumento da produção que vem sendo registrado anualmente.

O Plano Safra 2020/21, por exemplo, está trazendo uma verba recorde de R$ 236.300.000.000,00 (R$ 236,30 bilhões).

Como meio alternativo, as contratações com recursos das LCAs (Letras de Crédito do Agronegócio) que levam em conta a política de diversificação das fontes de financiamento por emissão de títulos públicos do agronegócio, chegaram a representar 27% do total do crédito rural da safra de 2019/20, segundo o MAPA

Dentro desse segmento, as aquisições de CPRs e operações com a agroindústria atingiram o total de R$33,2 bilhões, facilitando a obtenção do crédito rural.

Nesse sentido, é de suma importância fazermos um apanhado geral para saber quais são os tipos de créditos rurais que existem e o que eles financiam.


Tipos de crédito rural existentes


Crédito rural para custeio 

É um tipo de crédito rural que tem o objetivo de cobrir as despesas do ciclo produtivo, em qualquer período da atividade, desde o plantio até a colheita.

Com esse crédito, o produtor rural pode comprar:

  • Insumos agrícolas;
  • Tratos culturais;
  • Armazenamento;
  • Colheitas;
  • Produtos e insumos para o replantio; 
  • Animais para suinocultura;
  • Insumos para o trato agropecuário.

Crédito rural para investimento

Precisando adquirir um maquinário novo? Então esse tipo de crédito rural é para você!

O crédito rural de investimento objetiva o crescimento da produção e aumento da competitividade do produtor rural.

Todo o financiamento seria destinado a investimentos, como: 

  • Reformas rurais;
  • Construções rurais;
  • Compra de maquinário e equipamentos agrícolas;
  • Obras de irrigação e drenagem;
  • Telefonia rural;  
  • Formação de lavouras;  
  • Proteção e recuperação de solo;
  • Aquisição de animais.

Crédito rural de comercialização

Essa linha de crédito rural garante ao produtor e às cooperativas, todos os recursos e condições que garantam a satisfatória comercialização dos seus produtos no mercado.

Pode ser usado para: 

  • Adiantamentos aos associados que destinaram produtos para a comercialização;
  • Armazenamento e estocagem posteriores à colheita; 
  • Garantia de preços ao produtor.

Crédito Rural TerraMagna

Com essa linha de financiamento o produtor paga seus fornecedores à vista, conseguindo descontos especiais, podendo comprar mais.

Contudo, o produtor aumenta seu poder de negociação e garante acesso a insumos no início da safra pela melhor condição, se livrando de taxas abusivas.

O produtor tem liberdade para escolher seu fornecedor e não fica mais limitado somente a intermediários, podendo acessar diretamente à indústria.

Todo acompanhamento e responsabilidade será com a TerraMagna e não mais com a indústria.

Faça uma simulação

Como funciona o Crédito Rural TerraMagna?

  1. Ocorre uma análise das negociações entre o produtor e o fornecedor de insumos (CPR, NP, duplicatas, entre outros), usando tecnologia de ponta.
    Essa tecnologia é baseada em: monitoramento de satélites, processamento  em nuvem, dados governamentais e análise por inteligência artificial.
  2. Apresenta-se os resultados das análises para os investidores do mercado de capitais.
  3. Viabiliza-se as melhores condições para o produtor junto ao mercado de capitais.
  4. Depois que a proposta for aceita, a TerraMagna paga à vista os insumos para o fornecedor.

Agora a melhor parte:  sem obrigatoriedade na contratação e sem custos no processo de análise e oferta para o produtor.

Faça uma simulação


Tipos de Crédito do BNDES – Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social

Agora, vamos conhecer os três maiores programas federais para obtenção de crédito rural para pequenos e médios produtores:

PRONAF

Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar

É um tipo de crédito rural para custeio e investimentos em implantação, ampliação ou modernização da estrutura de produção, visando à geração de renda e melhoria da mão de obra familiar.

Ele possui alguns subprogramas que você pode se encaixar melhor:

  • Pronaf Agroindústria: Proporciona recursos a mineração, armazenamento e comercialização de artesanato e produtos florestais, além de apoiar a exploração do turismo rural.
  • Pronaf Mulher: Oferece recursos para as agricultoras que integram a unidade de produção familiar do Pronaf, independentemente do estado civil.
  • Pronaf Bioeconomia: Financiamento a agricultores e produtores rurais familiares a adoção de práticas conservacionistas e de sustentabilidade, visando sua recuperação e melhoramento da capacidade produtiva.
  • Pronaf Jovem:  Financia agricultores e produtores rurais familiares, pessoas físicas, para investimento nas atividades de produção, desde que os beneficiários sejam maiores de 16 anos e menores de 29 anos, dentre outros requisitos.  
  • Pronaf Microcrédito (Grupo “B”): Financia para que tenha obtido renda bruta familiar de até R$ 20.000,00, nos 12 meses de produção normal que antecederam a solicitação da Declaração de Aptidão ao PRONAF (DAP).

PRONAMP

Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural

É um tipo de financiamento rural para custeio e investimentos dos médios produtores rurais em atividades agropecuárias.

Quem pode solicitar são os proprietários rurais, posseiros, arrendatários ou parceiros que tenham, no mínimo, 80% de sua renda bruta anual originária da atividade agropecuária ou extrativa vegetal e possuam renda bruta anual de até R$ 2 milhões.

Moderfrota

Programa de Modernização da Frota de Tratores Agrícolas e Implementos Associados e Colheitadeiras

É um financiamento de crédito rural que visa o financiamento para aquisição de máquinas agrícolas.


Financiamentos pelos bancos

Crédito Rural Bradesco

  • Financia até 100% do valor orçado, observados os limites estabelecidos para o Ano Agrícola para cada fonte de recurso.
  • PRONAF: 2,75% a.a. ou 4% ao ano prefixado de acordo com a atividade.
  • PRONAMP: 5% ao ano prefixada.
  • Demais modalidades: 6% ao ano prefixada.

Prazo: até 24 meses

Forma de pagamento: Pagamento único final com vencimento para até 60 dias após o fim da colheita.

Crédito Rural Banco do Brasil

  • Crédito Rural Pronaf Custeio: Crédito rural para custear as despesas da produção agrícola e pecuária.
  • Pronaf Agroindústria: Crédito rural para financiar as necessidades de custeio, beneficiamento e industrialização da produção.
  • Custeio Agropecuário: Crédito rural destinado à cobertura das despesas do dia a dia da produção das atividades agrícolas e pecuárias.
  • Funcafé Custeio: Crédito rural destinado à cobertura das despesas de produção das lavouras de café.
  • Pronamp Custeio: Crédito rural destinado a apoiar o médio produtor rural, de forma a promover o desenvolvimento de suas atividades rurais.
  • BB CPR: A moeda forte do campo.

Crédito Rural Sicoob

  • Custeio.
  • Custeio agrícola.
  • Custeio pecuário.
  • Investimento.
  • Comercialização.

Crédito Rural Banco do Nordeste

  • Cartão BNB Agro.
  • Crédito para comercialização.
  • Crédito para custeio.
  • FNE Água.
  • FNE Aquipesca.
  • FNE Inovação.
  • FNE Irrigação.
  • FNE Profrota.
  • FNE Rural.
  • FNE Sol.
  • FNE Verde.

Crédito Rural Caixa Econômica Federal

  • Custeio Caixa.
  • Custeio de integração.
  • Fornecimento a cooperados.
  • Investimento Caixa.
  • Estocagem.
  • Giro Caixa Agro.
  • Financiamento para garantia de preços do produtor (FGPP).
  • Adiantamento a cooperados.
  • Industrialização.
  • Industrialização PRONAF.

Garantias

Para essa concessão do crédito rural, as instituições pedem a apresentação de garantias.

Essas garantias são uma forma de assegurar que o valor emprestado será pago. Se de alguma forma, houver inadimplência, acarretará um longo processo judicial trazendo prejuízo ao banco.

Vamos conhecer alguns tipos de garantias que essas instituições pedem:

Penhor

Vincula um bem móvel ao credor até a quitação do empréstimo no prazo estipulado, onde os bens envolvidos permanecem sob posse do penhor, mas não podem ser negociados.

Exemplos: colheitas, pendentes ou em formação, frutos armazenados, madeiras de corte, lenha ou carvão vegetal e máquinas ou instrumentos de produção.

Hipoteca

Quando um imóvel ou qualquer outro item que a lei permite é vinculado até a liquidação do débito, onde o registro deve ser feito junto à matrícula, com validade de 30 anos.

PROAGRO (Programa de Garantia da Atividade Agropecuária)

É um programa de garantia criado pelo governo, onde atende os pequenos e médios produtores, visa o crédito de custeio. 

Ele protege o produtor das obrigações financeiras se a sua safra for comprometida por ações de fenômenos naturais, pragas e doenças. 

E como as fintechs ajudam a levar crédito justo e seguro para o agronegócio? 

De mãos dadas – De um lado o produtor precisando de crédito rural e do outro a revenda, que faz um negócio bem feito e ainda consegue comprar mais insumos para fazer muito mais vendas.

Nesse contexto de carência e burocratização de crédito rural aparecem as fintechs ligadas ao agronegócio, chamadas de agfintechs

As agfintechs são empresas que unem tecnologia e expertises no agronegócio para oferecer serviços para o setor. 

Enquanto seu papel se mostra essencial para minimizar riscos e apresentar caminhos menos burocráticos para obtenção de crédito agrícola. 

Essas empresas oferecem recursos capazes de analisar de maneira individual cada produtor.

Assim, quem tem uma safra com um risco maior paga o juro diferente de quem tem um risco menor, CRÉDITO JUSTO.

Levando em consideração as características únicas do produtor rural, traçando uma estratégia personalizada e eficaz.

O resultado é uma análise mais profunda e completa, onde há a economia de tempo. Lembra do começo do texto: TEMPO É DINHEIRO.

E saiba que é possível analisar a área total de uma fazenda, não importa o tamanho, em qualquer lugar do Brasil, em poucos minutos. 

Por exemplo: A TerraMagna consegue fazer a leitura de uma área como a do Estado do Mato Grosso inteiro em apenas 40 minutos.

Os pontos em amarelo mostram a evolução da colheita no estado do Mato Grosso.

Desta maneira, cada operação será taxada de acordo com o risco que ela envolve, levando crédito rural justo ao setor, incentivando produtores a pegarem mais financiamento rural com os distribuidores de insumos. 

Através das agfintechs, os produtores rurais podem: 

  • Ter acesso mais fácil ao crédito, devido a sua garantia ser criteriosamente analisada;
  • Realizar a compra do fornecedor de sua própria escolha de maneira simples e rápida;
  • Em alguns casos, se o pagamento for feito à vista, adquirir descontos especiais na negociação.

Sobretudo essa nova modalidade de conseguir o crédito rural traz uma bagagem com inúmeros benefícios, vamos conhecer alguns deles:

  • Eleva a eficiência e concorrência no mercado de crédito rural;
  • Rapidez e celeridade nas transações;
  • Diminui a burocracia no acesso ao crédito rural;
  • Possui condições para redução do custo do crédito rural;
  • 100% focados em inovação;
  • Acesso direto ao Sistema Financeiro Nacional (conjunto de instituições que focam na gestão da política monetária do governo federal).

Segundo Bernardo Fabiani, co-fundador e CEO da TerraMagna, a empresa garante a segurança em toda a esteira do processo de concessão de crédito. 

Desde o check-up do produtor, passando pela análise da terra, o monitoramento do plantio à colheita, até uma eventual cobrança ativa da garantia, caso seja necessária. 

Essa análise e acompanhamento de toda a lavoura, permite alcançar um nível de qualidade único na seleção e monitoramento das áreas de garantia, resultando em PERDA ZERO, repito: 

PERDA ZERO


Revolução das Agfintechs?

Desde que as agfintechs apareceram houve uma revolução na entrega do crédito rural ao produtor.

Essas fintechs são empresas, que usam a tecnologia e inovação para trazer soluções de crédito rural de forma personalizada, simples, sem burocracia e 100% segura, processos rápidos e decisões baseadas em dados.

Importantes ferramentas como o monitoramento via satélite, além de possibilitarem a visão do fluxo de plantio e expectativa de colheita, se tornam ferramentas de análise de crédito, uma vez que avaliam e acompanham, individualmente, as garantias e quantificam os riscos de operação, reduzindo gaps de informação entre o produtor e o financiador.

Monitoramento de uma fazenda pela TerraMagna.

Trazendo consigo um grande diferencial: a proximidade com os clientes e a vontade de oferecer serviços personalizados.

“Por trás do aumento da produtividade, está um produtor que precisa de crédito para sustentar a sua produção e comprar insumos, safra após safra”, diz Bernardo Fabiani, presidente da TerraMagna.

A solução encontrada pela TerraMagna é o fato de que a avaliação de risco e taxas de juros são estabelecidas de acordo com a produtividade.

A checagem é feita com a ajuda dos satélites e na prática, essas taxas são calculadas caso a caso.


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