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Maquina agricola realizando a colheita

Colheita: o sucesso de todo produtor está relacionado a ela

Todo agricultor sabe que, para cada cultura agrícola, existe um tipo de colheita ideal, e para que tudo saia conforme o planejado, é preciso estar atento à época do ano, ao maquinário e à mão de obra empregados. 

Cada cultura tem as próprias características e, por isso, oferecem diversos resultados que os produtores devem conhecer a fundo, principalmente quando a qualidade final do produto poderá ser afetada. 

Dependendo de onde o plantio está localizado, tudo será praticamente mecanizado, seja em plantios extensivos, seja em pequenas propriedades.

Resumidamente, então, para cada cultura e propriedade, haverá uma colheita mais apropriada. Afinal, quando se trata de grãos, é preciso estar atento ao ponto de maturidade fisiológica e à umidade deles. 

Continue lendo este artigo até o final e conheça melhor esses aspectos. Boa leitura!

O que é colheita?

Basicamente, a colheita nada mais é do que um método de coleta dos produtos que foram cultivados pelos agricultores, ou seja, a coleta do seu plantio. 

Normalmente, a colheita costuma ser realizada com o auxílio de máquinas, como mencionamos, para otimizar o tempo. 

Mas a colheita em si é um método milenar e que foi sendo aperfeiçoada ao longo dos anos, a fim de contribuir com os agricultores. 

Portanto, ainda é comum encontrar quem ainda realize essa técnica de forma manual, embora não seja recorrente. 

Por que o agricultor precisa estar familiarizado com as colheitas?

Dependendo de qual seja o produto agrícola, o método de colheita escolhido poderá interferir na qualidade do produto final. 


Por isso, é tão importante que o agricultor conheça de fato todas as particularidades do grão, época de plantio, maquinário, entre outros detalhes. Desse modo, ele saberá as melhores estratégias que deverão ser aplicadas em sua lavoura. 

Em algumas situações, a colheita é considerada a fase mais crítica de todo o processo produtivo. 

Na prática, falhas podem colocar tudo a perder, acarretando inclusive prejuízos financeiros. Vale frisar ainda que cada cultura apresenta maior ou menor suscetibilidade na hora da colheita. 

No caso do arroz, de acordo com os dados divulgados pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a expectativa para este ano é que a safra brasileira deverá apresentar, na temporada 2021/22, redução de 3,5% na área plantada em comparação à safra anterior, atingindo 1.619,9 hectares. 

A produção passará a atingir 10.600 toneladas, uma redução de 9,9% em relação à safra 2020/21.

Como planejar a colheita de grãos?

Até aqui, você já deve ter notado que não existe uma receita de bolo para que a colheita seja proveitosa. 

Mas, claro, sempre existem alguns cuidados que devem ser adotados. Entre eles, realizar um bom planejamento. 

O produtor deve integrá-la ao sistema de produção e conhecer todas as etapas do processo, tudo para que os grãos tenham um bom padrão de qualidade. 

Ao longo do processo, diversas etapas serão incluídas, desde a implantação da cultura, passando por transporte e secagem, até o armazenamento dos grãos. 

De qualquer forma, é bom que o agricultor tenha em mente: 

  • dimensão da área total plantada; 
  • melhor data de plantio e produtividade de cada cultura;
  • quais são os melhores dias para a colheita;
  • quantidade de colhedoras;
  • distância entre os silos e as áreas de colheita;
  • quais são as melhores máquinas;
  • velocidade da colheita;
  • teor de umidade do grão;
  • capacidade do secador e do silo de armazenamento.

Entretanto, esses não são os únicos pontos de atenção. É necessário ainda dividir as áreas com carreadores, com o objetivo de melhorar o rendimento e facilitar a movimentação da colhedora e o escoamento da colheita para as carretas ou caminhões. 

Tudo isso também deve estar alinhado aos seguintes itens:

  • regulagem do espaçamento entre cilindro e côncavo;
  • velocidade de rotação do cilindro;
  • qualidade do grão e as perdas.


Expectativas para 2022

Segundo boletim informativo da Conab, em 2021/2022, a produção de grãos foi bastante superior à de anos anteriores. 


A previsão é que o volume atinja 271,3 milhões de toneladas, sinalizando incremento de 6,2%, ou 15,8 milhões de toneladas, sobre a temporada anterior. 

O destaque foi para a cultura do milho, com crescimento de 32,3%. 

Comparativamente à estimativa anterior, com o avanço da colheita das principais culturas, houve um aumento de 0,4%, correspondendo a 1,1 milhão de toneladas, advindas de ganhos, principalmente, no milho e na soja. 

De qualquer forma, é importante ressaltar que, nesta safra, em virtude de diversos fatores climáticos e do baixo volume de chuvas, principalmente na região
Centro-Sul, houve perdas significativas nas culturas de milho e de soja. 

No começo, era prevista uma produção total de 288,6 milhões de toneladas, o que representa redução de 6,4%, ou 15,8 milhões de toneladas. 

No final de maio, as culturas de primeira safra estavam com a colheita praticamente finalizada; as de segunda safra, em fase inicial de colheita; e as de terceira safra, juntamente com as culturas de inverno, em fase de semeadura. 

Por isso, o resultado final do volume desta safra ainda depende do comportamento climático, fator decisivo para o bom desenvolvimento das culturas.

A área plantada, na atual safra, é estimada em 73,7 milhões de hectares, crescimento de 5,7% se comparada à safra 2020/21. 

Os maiores incrementos são observados na soja – 4,6%, ou 1,8 milhão de hectares – e no milho – 8,6% ou 1,7 milhão de hectares.

Quais são os principais tipos? 

Dizer que hoje em dia é possível encontrar três principais tipos de colheita é errado, se levarmos em conta que essa prática existe há anos. 

Ocorre que, conforme a necessidade de otimizar e aprimorar as técnicas, a colheita passou por várias mudanças e tem a tecnologia como uma de suas maiores aliadas. 

Dito isso, confira quais são os três tipos de colheita mais usados nas lavouras: 

Colheita manual

A colheita manual é, sem dúvidas, a técnica mais antiga. Não existe a necessidade de máquinas colhedoras, de modo que o esforço está concentrado apenas na mão de obra empregada para essa função. 

Dependendo da cultura, no entanto, pode ser necessário o uso de alguns instrumentos para corte, ceifa, desbaste e arranquio. 

No caso das colheitas frutíferas, a colheita é feita retirando o fruto da planta apenas. Em outras culturas, como a do café, a colheita é se faz com os dedos ou por derriça, que pode ser manual ou mecanizada.  

Na derriça, os frutos do cafeeiro são retirados todos juntos pelo próprio agricultor, de forma rápida, ou com um derriçador mecânico de operação manual. 

No caso do milho, o agricultor retira a espiga de cada planta e recolhe aquelas que caíram no chão. Esse processo ainda é um dos mais utilizados pelos pequenos produtores.

Por último, na cultura do algodão, a melhor colheita manual é a “apanha”. Nessa técnica, o colhedor utiliza as pontas dos dedos para coletar as fibras e, em seguida, as guarda em um saco que carrega para esse fim.

Colheita semimecanizada

Na colheita semimecanizada, são aplicadas técnicas manuais e mecânicas. Um exemplo é o caso da derriça do café, em que é utilizado o derriçador. 

O estendimento da lona sob o cafeeiro é manual, e a derriça é feita com equipamento mecanizado, embora o processo também seja manual. 

Na cultura do feijão, o arranquio e o ajuntamento são realizados manualmente, sendo seguidos pela trilha, realizada mecanicamente. A máquina é a trilhadora estacionária ou batedora de grãos.

No caso da colheita do arroz, por exemplo, a ceifa e o recolhimento das plantas são manuais. A trilha, como no caso do feijão, é feita com uma trilhadora estacionária.

Colheita mecanizada

Por fim, na colheita mecanizada, como o próprio nome sugere, todas as operações são realizadas com o auxílio de máquinas. Com o passar do tempo, evoluíram para colheitadeiras, que, dependendo do caso, realizam as operações. 

O agricultor pode encontrar diversos modelos de colhedora e, com certeza, encontrará uma que atenda melhor às suas necessidades. Existem desde as mais simples, tracionadas por trator, até as mais complexas e automotrizes.

O uso de colheita mecanizada colabora entre 30% a 50% ne redução no custo operacional, se comparada à colheita manual. 

Ao finalizar este artigo, acredito que você, que é agricultor, deve ter entendido bem a importância de conhecer tudo sobre colheita. É um processo importante e que, de certa forma, contribui para o sucesso do seu negócio.

Mas, claro, é importante estar sempre atento às mudanças, sejam climáticas ou de mercado, para que tudo saia conforme o planejado. Além disso, é fundamental estar aberto a um processo contínuo de investimentos. 

TerraMagna: do plantio à colheita, sempre ao lado do produtor

Para garantir uma boa colheita, não basta que o agricultor esteja atento apenas às condições climáticas, aos preços dos grãos, entre outros detalhes. 

É preciso estar preparado, também, para continuar investindo. Para isso, conte com uma empresa especialista na oferta de crédito rápido e fácil para agricultores. 

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