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A mao do agricultor sentindo o efeito da adubacao no solo

O que é adubação e como fazê-la do jeito certo?

A adubação tem um papel essencial no desenvolvimento das culturas, visto que essa prática é voltada para a nutrição das plantas, auxiliando para que elas cresçam saudáveis.

Tudo isso tem reflexo direto na produtividade e também na qualidade das plantações, e, consequentemente, o produtor pode acabar lucrando mais.

Por isso, é tão necessário aplicar a adubação, visando resultados a curto e longo prazo. Vale destacar que existem diferentes tipos de adubação, para atender as demandas de cada tipo de solo ou mesmo de plantação.

Neste artigo, você terá a oportunidade de aprender mais sobre adubação e sobre como usar essa prática para beneficiar seus cultivos. Vamos lá? 

O que é adubação?

Para que uma planta cresça de maneira saudável, ela necessita de elementos essenciais e, por meio do ar, ela absorve e libera alguns deles, como o carbono, o oxigênio e o hidrogênio, enquanto que os demais compostos são absorvidos pelo solo, por meio de suas raízes.

No entanto, nem sempre o solo tem todos os compostos em quantidade suficiente. Muitas vezes, é necessária uma complementação, também conhecida como adubação.

Quais os tipos de adubação existentes?

São três os principais tipos de adubação usados na agricultura, apresentaremos cada um deles e suas especificidades.

Vale ressaltar que usar diferentes tipos de adubação pode ajudar os produtores a ter melhores resultados nos cultivos!

Adubação orgânica

A adubação orgânica é a que conta com a presença de resíduos animais e vegetais em sua composição; como exemplo, temos o esterco.

A composição desse tipo de adubação costuma ser variada, mas podemos afirmar que ela oferece nutrientes bons e essenciais, como o fósforo e potássio. 

Os resíduos vegetais vêm principalmente dos restos das lavouras, que costumam ter uma grande quantidade remanescente das plantações. Um bom exemplo é o milho, que deixa, em média, de 50% a 80% da sua massa original em forma de resíduo. 

Outra forma de adubação orgânica com restos vegetais é a adubação verde, feita com plantas que conseguem reciclar os nutrientes que ficam nas camadas profundas do solo ou da atmosfera.

São plantas rústicas e com sistema radicular forte, fixadoras de nitrogênio e até plantas que auxiliam no controle de nematoides. É uma opção para deixar o solo ainda mais fértil e produtivo. 

Adubação mineral

A adubação mineral vem principalmente do refino de petróleo e da extração mineral, por isso ela é composta de elementos como cloretos, carbonatos e fosfatos.

Aplicar essa adubação ajuda solos que estão com baixa fertilidade a se prepararem para receber o cultivo das plantações.

Vale ressaltar que esse tipo de adubação é bastante concentrado, vem em forma de grânulos, o que ajuda a não entrar em contato direto com a raiz da planta, e tem uma absorção lenta.

Adubação organomineral

A adubação organomineral é composta de ativos minerais e orgânicos e é produzida em duas fases:

  • Primeira fase: o resíduo orgânico é decomposto;
  • Segunda fase: o balanceamento da composição é feito com a adubação de material mineral, e assim cria-se um adubo organomineral ideal para uma plantação específica. 

O adubo organomineral ajuda a preparar e desenvolver melhor o solo e também na proliferação de microrganismos, o que contribui para a absorção dos nutrientes que foram aplicados.

Quais as vantagens de cada uma delas?

Vale a pena conhecer as vantagens dos três tipos para entender qual deles se adequa melhor às necessidades da sua propriedade!

Por isso, sempre indicamos que o produtor identifique a demanda dos cultivos, depois faça uma análise e, por fim, escolha um tipo de adubação.

Orgânica

O adubo orgânico agrega partículas ao solo, permitindo que ele fique mais resistente a processos de degradação, como a erosão.

Outro ponto positivo desse tipo de adubação é o fato de manter a temperatura do solo estabilizada, o que evita o estresse da raiz da planta. 

Ele também contribui para a diminuição da absorção de substâncias consideradas nocivas às plantas, como o alumínio, e fornece substâncias benéficas, como o cálcio.

Mineral

Uma grande vantagem da adubação mineral é que ela age na planta acelerando alguns processos; um deles é a absorção de nutrientes, que passa a ser feita de maneira mais rápida e fácil.

Outro ponto que merece destaque é o fato de a composição química ser bem definida nos adubos minerais, facilitando na hora de definir com precisão a quantidade que vai ser usada na plantação.

Além disso, algumas plantas costumam ter uma resposta melhor quando estão em contato com os adubos minerais. 

Organomineral

Esse tipo de adubo traz o balanceamento ideal para o solo e é econômico para o produtor, porque de uma safra para outra é possível observar que o solo exige menos adubação, sem impactar a produtividade. 

Esse tipo de adubo também tem ponto positivo ambientalmente: sua produção é feita a partir de resíduos orgânicos, como restos de cultivos e subprodutos da indústria, que seriam descartados.

Desse modo, eles são transformados e ajudam a potencializar o desenvolvimento das lavouras.

Sinais de que sua plantação precisa de adubação

Um ponto de atenção são os sinais que sua plantação pode dar indicando que ela precisa de adubação!

Se ela demonstrar deficiência de nutrientes, haverá alterações que podem ser vistas em vários órgãos das plantas. Por isso, elencamos os principais elementos e o que a ausência deles pode causar.

Nitrogênio

A clorose, também conhecida como uma espécie de “anemia” das plantas, costuma aparecer em plantações que estão com ausência de nitrogênio.

Principalmente nas folhas mais velhas, se as plantas estiverem pouco vigorosas, com crescimento lento, hastes finas e folhas eretas, fique atento!

Quando a deficiência de nitrogênio é severa, pode haver manchas e cortes intensos nas folhas.

Em solos arenosos e pobres em matéria orgânica, que não receberam adubação nitrogenada, a deficiência de nitrogênio é marcante.

Fósforo

A falta de fósforo faz com que as plantas fiquem enrugadas, verde-escuras, sem brilho e se curvem para cima.

Potássio

Plantas com deficiência de potássio são pequenas e compactas; a folhagem tem aparência murcha e as folhas costumam se arquear para baixo.

Se a deficiência estiver severa, as margens e os ápices das folhas mais velhas ficam amareladas ou necrosadas, sendo comum o aparecimento de inúmeras manchas pretas pequenas entre as margens das plantas.

Cálcio

Os sintomas causados pela falta de cálcio aparecem primeiramente nas folhas mais jovens, que ficam menores e enrugadas. Em seguida, o crescimento da planta é reduzido.

Uso e aplicação dos adubos

Existem diferentes técnicas que podem ser escolhidas pelo produtor; tudo vai depender do maquinário disponível, do tipo de fertilizante que será usado e do momento em que será feita a adubação.

Algumas das principais opções são:

Aplicação de fertilizantes por semeadura

Essa técnica de aplicação de adubos ocorre durante o plantio, na etapa de semeadura. Nela, os adubos granulados são depositados no solo pouco abaixo das sementes, nos mesmos sulcos em que elas são colocadas.

Essa estratégia é indicada especialmente para solos que precisam de fósforo, um nutriente essencial para o crescimento das plantações e que precisa ser depositado perto das raízes das plantas.

Aplicação pneumática

Essa estratégia é muito usada para culturas que apresentam espaçamento entre linhas de plantio mais elevado, como a cana-de-açúcar.

Nela, a aplicação na linha é mais eficiente e sem desperdício para as áreas em que as raízes não alcançariam a adubação absorvida pelo solo.

Adubação a lanço

A adubação a lanço é um tipo que possibilita fazer a adubação antecipada totalmente ou parcialmente do volume de fertilizante que uma cultura necessita.

Entre as vantagens dessa técnica, destaca-se o fato de ela tornar a semeadura mais rápida, o que reduz gastos, pois a adubação pode ser feita de forma prévia e evita a operação em linha.

Ela é realizada na superfície do solo e permite uma faixa de aplicação de fertilizantes a lanço de até 36m.

Adubação foliar

A aplicação foliar usa adubos líquidos especializados para essa técnica. Eles são misturados na água e pulverizados diretamente sobre as folhas, e não no solo, como é feito com os fertilizantes sólidos.

A adubação foliar ajuda em melhores resultados, mais do que a adubação via solo quando o assunto é suprir uma demanda nutricional da planta com mais rapidez ou em fases do crescimento.

Irrigação

Também conhecida como fertirrigação, essa técnica aplica os fertilizantes de forma líquida, por meio de pivôs centrais ou mangueiras de gotejamento.

Prepare-se para uma adubação de sucesso!

Neste conteúdo, você aprendeu que a adubação, tanto mineral quanto orgânica, desempenha função primordial no desenvolvimento das plantas, afinal é ela que fornece ao solo os nutrientes que ele necessita.

Portanto, o uso consciente e o emprego de técnicas agrícolas adequadas são a chave para a produtividade nas plantações.

Se você quer auxílio na escolha das técnicas de adubação e nas melhores práticas agrícolas, a TerraMagna pode ajudar nisso!

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