Investimento, tecnologia e crescimento: Safra 2020/21 deve ser a maior de toda a história

O crescimento do agronegócio é evidente. Em todas as suas vertentes, os números comprovam o ritmo acelerado de expansão e a sua importância cada vez maior para a economia brasileira. Segundo a CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil), só em 2019, por exemplo, o setor representou quase 22% do PIB nacional, com base em uma análise ampla, levando em conta não só o que foi produzido dentro da porteira, mas considerando também as agroindústrias (como frigoríficos) e o setor de serviços (como transporte de mercadorias).

E agora, esse movimento profundamente positivo ganha novos patamares: a Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) anunciou recentemente que a safra de 2020/21 poderá ser a maior da história, alcançando a impressionante marca de quase 269 milhões de toneladas de grãos. A colheita de soja deverá ser a maior do mundo, representando quase metade de tudo que será produzido nas lavouras brasileiras, com 133,7 milhões de toneladas. Em segundo lugar vem o milho com perspectiva de produção de 105 milhões de toneladas.

Na mesma linha, não apenas a produção, mas a comercialização da safra segue caminhos com negociações aquecidas: produtores rurais aproveitam o momento oportuno e agricultores do Centro-Sul do Brasil já iniciaram, inclusive, as vendas da soja que será colhida somente a partir de 2021, a fim de garantir bons lucros dado o preço elevado do grão, a alta do dólar e a forte demanda de consumo, tanto no mercado interno, quanto no mercado externo.

Segundo o IMEA (Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária), o índice de preço para a soja no estado do Mato Grosso, maior produtor nacional da commodity, em outubro de 2020, está na casa dos R$160,00 por saca, mais de duas vezes superior ao valor que estava na mesma época do ano passado.

Esse ritmo de fartura impacta de maneira positiva toda a cadeia produtiva. Com uma produção maior e preços de venda mais altos, as negociações são ampliadas e todos acabam ganhando. Porém, mesmo diante do protagonismo do agro, é bom lembrar que para continuar colhendo bons frutos o setor precisa de investimentos contínuos nos processos de produção, em infraestrutura no escoamento e, sobretudo, na adoção de novas tecnologias.

E é justamente para investir que a busca por crédito se faz cada vez mais presente. Antes preso a bancos e financeiras, o produtor rural se via diante de condições pouco vantajosas, com juros acima do esperado e o risco de não ter como honrar o compromisso assumido. Atualmente o cenário é diferente graças a tecnologia, que consegue medir os riscos das operações financeiras dos investidores e trazer crédito justo para o agronegócio. A tecnologia não mais se limita ao maquinário, ela também é sinônimo de garantia e confiabilidade para o setor.

Diante de tudo isso, o setor rural segue firme mesmo em plena pandemia, se consolidando mais uma vez como o braço forte do Brasil, gerando renda, emprego e oportunidades para milhares de pessoas.

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